Qual mulher não passou por esta situação ainda? Se não passou, existe uma grande chance de passar ao longo da vida fértil.
Conviver com as cólicas menstruais para as mulheres atualmente, é um verdadeiro desafio, pois as mesmas além de estarem com fortes dores abdominais, ainda tem o dever de estar com o trabalho em dia, render no mesmo, ser mãe, esposa e muitas delas ainda serem donas de casa.
Segundo um estudo publicado na Revista Brasileira de Medicina, 33 milhões de brasileiras que sofrem cólicas menstruais. O mesmo estudo mostra que o rendimento chega a ser reduzido em até 70%. E 30% das mulheres que sentem dor chegam até a se afastar do emprego por alguns dias.
A cólica menstrual, também conhecida como dismenorreia é uma dor pélvica que surge no período menstrual, esta dor é provocada pela ação hormonal, pois neste período á liberação de prostaglandina, a mesma provoca contrações uterinas para eliminar o endométrio, em forma de sangramento no período menstrual, quando o óvulo não foi fecundado.
A cólica menstrual é uma dor muito forte, aguda e intermitente, às vezes acompanhada de enjoos, vômitos, desmaios, dor de cabeça, mamas sensíveis (com dor), inchaço e se for muito forte, pode apresentar sintomas de desmaios e sudoreseintensa (calafrios). Pode acontecer nos primeiros dias de menstruação ou nos dois que antecedem o período menstrual, essa dor pélvica pode tornar a mulher incapacitada para diversas atividades.
A dismenorreia pode estar associada a fatores primários e secundários. O primário é a alta produção de prostaglandina pelo endométrio e a secundária associa-se a fatores patológicos do aparelho reprodutivo, tais comotumores pélvicos, endometriose, miomas, fibromas e entre outros. Porém em qualquer dos tipos, seja ele primário ou secundário deve ser investigo e estar com acompanhamento médico em dia.
Veja algumas dicas simples que ajudam de forma geral a prevenir e diminuir as cólicas menstruais.
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