A prefeitura de Dourados divulgou no último dia 08 como será contada a hora-atividade do Profissional do Grupo Magistério, para o cargo de Professor,na função docência nos Centros de Educação Infantil e nas Unidades Escolares da Rede Municipal de Ensino. Cada hora/aula será de 60 minutos.
Segundo a regulamentação “a hora atividade corresponde a um tempo remunerado de duração igual ao da hora aula do professor e será destinada prioritariamente à preparação do trabalho didático, à colaboração com a administração da Escola, à articulação com a comunidade escolar e ao aperfeiçoamento profissional de acordo com a proposta pedagógica da Unidade Escolar e da Secretaria Municipal de Educação”.
O regulamento diz também que a Secretaria Municipal de Educação deverá promover encontros para planejamento, cursos, capacitações e aperfeiçoamento aos profissionais do magistério durante o ano letivo de 2012.
Os professores foram divididos em grupos para tirar suas hora/aulas de acordo com sua habilitação. Na segunda-feira quem tem planejamento é quem trabalha com a disciplina de Matemática, na terça os professores de Ciências, na quarta os de Ed. Física, Artes e Língua Inglesa, na quinta os de Língua Portuguesa e na sexta os de História e Geografia.
A prefeitura já definiu também que a cada ano haverá o rodízio das áreas de conhecimentos passando automaticamente para o dia da semana subsequente, exceto quando houver solicitações diferentes por órgãos estaduais e/ou federais.
Já no caso da Educação Infantil o esquema deverá ser o mesmo, porém não por disciplinas e sim por ano de atuação. Caberá ao Núcleo de Educação infantil e Núcleo
de Ensino Fundamental/Séries Iniciais da Secretaria Municipal de Educação organizar o rodízio.
Luta
Enquanto a prefeitura tenta organizar as hora/atividades dos educadores, o sindicato da categoria está atrás de baixar de 1/4 do tempo para planejamento atualmente em vigor, para 1/3, conforme Lei do Piso Nacional dos Professores. A prefeitura alega que não teria recursos para pagar mais professores que a medida exigiria. O sindicato diz que há recursos e está fazendo um estudo para provar que trata-se de falta de vontade política.
MS Já